Entende-se por Redes Sociais, meios de compartilhar valores e objetivos comuns. São metáforas estruturais da vida real, que servem para analisar comportamento de grupos, através das topologias dos relacionamentos sociais.
Quem nunca teve a sensação de que “o mundo é pequeno”? Ou melhor, quem nunca ouviu falar na Teoria dos seis graus de separação? Em que, segundo a qual, existem apenas seis pessoas entre você e qualquer outra no mundo? Isso só é possível devido aos diversos meios e avanços tecnológicos os quais o mundo vem enfrentando constantemente.
Augusto Franco afirma que as redes sociais virtuais, tais como Orkut e Facebook, são apenas ferramentas, uma vez que redes sociais reais são aquelas constituídas pelos familiares amigos e colegas de trabalho e aponta a importância da compreensão da topologia das redes sociais , abrindo a discussão à partir do memorando de Paul Baran (1964), sobre as três classificações de topologia básicas possíveis: distribuída, centralizada, descentralizada. Na qual, para Baran, a eficiência da rede era medida conforme a sua estrutura.
Compreender a dinâmica das redes sociais envolve conhecer termos como nós, atores, redes, conexões, entre outros. É esta interação que ocorre entre os personagens que fazem parte das estruturas das redes sociais que vão mostrar as influências e todo o processo de difusão da informação.
Não se sabe ao certo qual a sua real relevância e até que ponto elas se tornaram uma inovação das redes sociais já conhecidas no mundo real.



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