Pages

Subscribe:

Ads 468x60px

Universitários que pouco sabem, mas muito têm a aprender.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Protegendo patrimônios

Símbolo Copyright
Copyright é um sistema de proteção dos direitos autorais de uma obra. É usado na proteção da obra em si e não do autor, relaciona-se mais diretamente com o direito de reprodução, ou seja, uma obra criada deve ser reproduzida com as características originais de quem a produziu, permitindo ao autor disponibilizar sua obra ao publico, por tempo indeterminado de forma onerosa ou gratuita, no qual a partir do momento em que uma obra é criada, ela tem direito de ser protegida usando este sistema.

Símbolo Criative Commons
O Creative Commons é um projeto mundial, criado para permitir a possibilidade de reprodução de uma obra, sem fins comerciais, sem a necessidade da autorização e liberação dos direitos autorais. Considerado um conceito inovador, surgiu das necessidades provenientes da internet e para acabar com as travas existentes no modelo de direitos autorais. O Criative Commons começou como uma possibilidade de compartilhar material abertamente, capital intelectual, permitindo que se use o material de um criador, em algum grau, conforme cada licença. Uma vez compartilhado, o sistema o CC não permite a revogação da liberação.

No Brasil há divergências nos governos sobre o tema, o ministério da educação retirou em janeiro deste ano o logotipo da licença Creative Commons de seu website , enquanto no mesmo ano a  secretaria de Educação de São Paulo, passou a  utilizar o  recurso, alegando que o conteúdo produzido é pertencente ao público, não havendo o porque ser de direito de um autor específico.  http://www.creativecommons.org.br/.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Globalizar e não homogeneizar? Glocalizar!


Glocalização é uma junção das características globais com as características locais, se adaptando com as situações importantes do cotidiano.

''A Glocalização é localizar o global, mas jamais “deslocalizar” o que temos de original[...]'' 
Gabriel Perissé
 
Ou seja, é usar os conceitos globais em algum lugar sem fazer com que isso tire as características do local, as coisas são feitas de forma com que se adaptem as necessidades, e manter as tradições locais é um fator de muita importância para que não prejudique a identidade de uma população.
Falar para diversos povos requer padronização e, muitas vezes, superficialidade nos conteúdos transmitidos, daí cabe ao receptor, ou seja, nós, se devemos ou não nos aprofundar nos assuntos que nos foram submetidos.

“Não se pode captar plenamente o sentido do processo (de glocalização) se não se compreender que a globalização é, simultaneamente, uma localização do mundo e uma mundialização do local; ou seja, é uma ‘glocalização”.  Augusto de Franco

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A batalha de Titãs, onde o palco é a Internet



Muito mais do que o simples objetivo de desenvolver ferramentas que atraem a atenção dos internautas, duas empresas estão brigando para serem mais atrativas para os anunciantes e foi justamente quando a rede social Facebook passou a ganhar dinheiro com anúncios que a então, toda poderosa, Google começou a se preocupar.

O Google+ chegou para enfrentar diretamente o Facebook, com ferramentas que possibilitam, segundo seu slogan, “O compartilhamento da vida real na perspectiva da web”, trazendo humanidade aos relacionamentos online. Diferentemente do Facebook, no Google+ apenas o usuário da conta sabe a qual grupo cada participante da sua rede pertence.  Os contatos são facilmente manipulados de um grupo a outro e isso acontece porque o Google+ abusa do recurso html5, trazendo à rede social uma dinâmica diferente das demais, facilitando a interatividade nas chamadas de vídeo e teleconferências.

O usuário pode receber novidades sobre seus assuntos de interesses através da ferramenta Sparks, que faz uma busca sobre assuntos prediletos do usuário em até 40 idiomas, compartilhando links e informações em círculos de amigos pré-definidos pelo próprio usuário. Os hangouts permitem maior interação em vídeo com um ou mais usuários. Os smartphones e tablets terão acesso ao Google +, não somente como uma versão móvel, mas sim como uma extensão da rede social. As fotos tiradas por smartphones serão automaticamente enviadas para um álbum privado e o usuário será avisado para compartilhá-las assim que tiver acesso a um computador. Recursos de localização estarão disponíveis sempre que o usuário deseje que saibam da sua localização e os encontros entre os amigos serão facilmente combinados através do Huddle, recurso que cria chats em grupos.

Mesmo com toda essa preparação e investida do Google+ o Facebbok parece estar mais bem preparado comercialmente com o recurso Facebook Business que dá suporte aos diversos serviços de propaganda para empresas de pequeno, médio e grande porte.

 “A sorte está lançada”. A guerra está apenas começando e com certeza haverá perdas e ganhos para ambos os lados, mas a cada batalha quem ganha é o usuário, que passa a ter recursos e ferramentas que facilitam a interação. Só não podemos esquecer que o objetivo real é atrair eu e você, aumentando os lucros destas duas corporações na venda de anúncios.



Redes Sociais, criação da nova tecnologia?


Entende-se por Redes Sociais, meios de compartilhar valores e objetivos comuns. São metáforas estruturais da vida real, que servem para analisar comportamento de grupos, através das topologias dos relacionamentos sociais.

Quem nunca teve a sensação de que “o mundo é pequeno”? Ou melhor, quem nunca ouviu falar na Teoria dos seis graus de separação? Em que, segundo a qual, existem apenas seis pessoas entre você e qualquer outra no mundo? Isso só é possível devido aos diversos meios e avanços tecnológicos os quais o mundo vem enfrentando constantemente.

Augusto Franco afirma que as redes sociais virtuais, tais como Orkut e Facebook, são apenas ferramentas, uma vez que redes sociais reais são aquelas constituídas pelos familiares amigos e colegas de trabalho e aponta a importância da compreensão da topologia das redes sociais , abrindo a discussão à partir do memorando de Paul Baran (1964), sobre as três classificações de topologia básicas possíveis: distribuída, centralizada, descentralizada. Na qual, para Baran, a eficiência da rede era medida conforme a sua estrutura.

Compreender a dinâmica das redes sociais envolve conhecer termos como nós, atores, redes, conexões, entre outros. É esta interação que ocorre entre os personagens que fazem parte das estruturas das redes sociais que vão mostrar as influências e todo o processo de difusão da informação.

Não se sabe ao certo qual a sua real relevância e até que ponto elas se tornaram uma inovação das redes sociais já conhecidas no mundo real.

Apresentação!

Jovens e futuros comunicadores, na era em que informação e cultura não podem esperar, o Infonuvem acredita na idéia de que se conhecimento não é tudo é, pelo menos, o começo de tudo.
Composto por universitários que pouco sabem, mas muito têm a aprender.

Danilo Gomes de Oliveira
Matricula: 544122 
Gustavo Engelmann
Matricula:  79814-0
Jádila Santana
Matricula:  72472-4
Jocasta Palombino
Matricula: 73817-3
Rafael Araujo
Matricula: 72465-8
Roberta Santana
Matricula: 79816-5